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Como todos sabem, somos considerados uma categoria essencial, mesmo com a Pandemia, não paramos nem um dia.

Para conseguirmos trabalhar com todas as precauções de não nos contaminarmos e não transmitir o Covid-19, tivemos que entrar na justiça em todo o país para garantir os nossos EPIs e EPCs (Equipamentos de Proteção Individual e Coletivo).

Governo Bolsonaro e Governos Estaduais atacam os Direitos dos Metroviários

No Piauí fecharam o Metrô durante a Pandemia, e também não se falou sobre o acordo coletivo da categoria.

Em Porto Alegre o acordo foi de 2 anos por isso a Luta agora é organizar os Metroviários junto com a população Contra a Privatização, já que essa é a Política de Bolsonaro.

No RJ a empresa tinha acertado com o sindicato que a negociação fosse após a pandemia e até lá haveria estabilidade no emprego para todos, mas na surdina a Empresa conseguiu junto ao Governo do Estado aumento de 8,61% na tarifa, mesmo com Pandemia, por isso o sindicato vai junto à categoria fazer um plebiscito para consultar se buscam iniciar a campanha salarial para reivindicar seu reajuste salarial ou se aguardam a Pandemia passar.

Brasília não fica atrás, em 2019 foram 77 dias de Greve com o Governo cortando salários e atacando a categoria, que na justiça através do TRT obteve uma vitória que foi recuperar seu acordo coletivo e no TST que o Metrô devolvesse os 77 dias descontados dos seus salários, descontos abusivos que incluíram até DSRs. Agora em 2020 o Governo se nega a sentar-se à mesa de negociação. A categoria se prepara para mais uma guerra.

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A CBTU, empresa controlada pelo Governo Federal, que administra os Metrôs e Ferrovias de BH, PE, PB, AL, CE e parte do RJ, também vai além da retirada de direitos. Os sindicatos e as Federações reunidos definiram uma Contra Proposta de Renovação do Acordo Coletivo 2019/2020 com reajuste da inflação.

Além da Campanha Salarial, os sindicatos prometem muita luta contra a Privatização da Empresa.

Em SP a categoria estava querendo que a campanha salarial ficasse para depois da Pandemia. O Governo e a Direção da Empresa recusaram e avisaram que sua proposta era cortar vários direitos da categoria, que realizou assembleia virtual rejeitando.

Na última reunião, metrô afirmou que vai cortar os direitos no salário de junho (30/6) e também descontando parte dos valores pagos em maio, o que deixou a categoria revoltada. O Sindicato realizou outra assembleia virtual com cerca de 600 metroviários e logo depois abriu votação sobre Greve dia 01/07, onde cerca de 2500 Metroviários participaram da votação com 90% a favor na Greve, ou seja, se a empresa não recuar São Paulo vai parar.

A FENAMETRO exige respeito com a categoria Metroferroviária e dará todo apoio aos seus sindicatos nas Lutas da Categoria; os Governos querem jogar a culpa da pandemia em cima dos trabalhadores.

Para eles o Lucro está acima da vida dos trabalhadores.

Dê seu apoio aos Metroviários: #EuApoioOsMetroviarios

Fora Bolsonaro e todos aqueles que atacam os trabalhadores!