Notícias

Categoria está em Campanha Salarial por todo país

15.05.17 Geral, Notícias Tags:, ,

Os metroferroviários estão em campanha salarial em diversas capitais brasileiras. Enfrentando empresas e governos que utilizam a crise econômica como motivo para reduzir direitos, seguem reivindicando melhores condições de trabalho, nenhum direito a menos e nenhuma privatização.

Em São Paulo, a campanha salarial começou neste mês, e o Metrô enviou uma carta afirmando que rejeitará a inclusão de novas propostas de cláusulas econômicas e irá retirar ou diminuir direitos como adicional noturno de 50% para 20%. A categoria está mobilizada e não aceitará nenhum retrocesso! Alckmin repassa verbas do metrô público para dar lucro a Linha 4 – Amarela, que é privada, e quer alegar uma crise econômica para retirar direitos dos metroviários.

No Rio Grande do Sul ocorreram três reuniões de negociação com a Trensurb, e foram fechadas as cláusulas sociais, na opinião do Sindicato, com avanços. A cláusulas financeiras
serão discutidas na próxima semana, e a categoria pede um reajuste de 19%.

Os metroviários do Piauí enviaram em novembro de 2016 suas propostas para o Acordo Coletivo deste ano. As reivindicações eram de um aumento de 17% no ticket e no salário. O retorno do Governo é que só fará a reposição do IPCA. O Sindicato também pede maior agilidade no fechamento do acordo, que em 2016 se alongou por muito tempo.

Veja também  Votação da Reforma da Previdência é adiada. É preciso seguir na mobilização!

Na CBTU, que administra os metrôs de Belo Horizonte e Recife, ocorreram duas rodadas de negociação. A empresa manteve a maioria dos pontos do ACT 2016/2017 e colocou em estudo outros. Até o momento não apresentaram nenhum índice, fato considerado ruim pelo Sindicato, que pede 12% de reajuste. Uma nova rodada de negociações irá ocorrer no início de junho

Os metroviários do Distrito Federal já tem seu novo Acordo Coletivo. Concluído e assinado no fim do mês de março, de acordo com o Sindicato, foi fechado com perdas mínimas frente ao período político e econômico enfrentado nacionalmente e no Estado, e antes da Data Base da categoria.

No Rio de Janeiro a categoria segue com intensas negociações, e foi surpreendida com a atitude desrespeitosa da MetrôRio de se retirar da última reunião de negociação e se negar a assinar a ata. O Sindicato realizou um ajuizamento do Dissídio Coletivo, para garantir a data base, um procedimento legítimo e comum. A justiça inclusive determinou um prazo de 20 dias para que as partes entrem em acordo. Ainda esta semana haverá uma nova rodada de negociações.