A pergunta, portanto, é simples: A Trivia está antecipando os investimentos. Mas quanto o Estado terá de antecipar para pagar por eles?
Fortalecer a Trensurb passa necessariamente pela valorização dos trabalhadores e pela realização de concurso público.
Defender o metrô público é defender os trabalhadores, os usuários e o direito da população a um transporte coletivo de qualidade.
Privatiza que melhora. Privatiza que entrega eficiência. Esse é o discurso de Tarcísio para justificar a entrega do patrimônio público.
Transporte sobre trilhos não é mercadoria. É direito da população e instrumento fundamental para garantir mobilidade e direito à cidade.
A Fenametro acompanha com atenção e reafirma seu compromisso com os trabalhadores e trabalhadoras da CPTM.
Ao reexaminar o contrato da Linha 2-Verde à luz dessas informações, o TCE entendeu que houve um “vício de origem” na contratação.
O dinheiro é público. O transporte é um direito. Então, por que o controle precisa ser privado?
A sucessão de problemas nas linhas privatizadas reforça uma questão central: transporte público não pode ser tratado como negócio.
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Quanto mais a população experimenta os efeitos das concessões e privatizações, maior é a rejeição.
Para a Fenametro, o episódio expõe os riscos de entregar um serviço essencial à lógica do lucro