Transporte sobre trilhos não é mercadoria. É direito da população e instrumento fundamental para garantir mobilidade e direito à cidade.
A Fenametro acompanha com atenção e reafirma seu compromisso com os trabalhadores e trabalhadoras da CPTM.
Ao reexaminar o contrato da Linha 2-Verde à luz dessas informações, o TCE entendeu que houve um “vício de origem” na contratação.
O dinheiro é público. O transporte é um direito. Então, por que o controle precisa ser privado?
A sucessão de problemas nas linhas privatizadas reforça uma questão central: transporte público não pode ser tratado como negócio.
Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Federação Nacional dos Metroferroviários (Fenametro) (@fenametrobr)
Quanto mais a população experimenta os efeitos das concessões e privatizações, maior é a rejeição.
Para a Fenametro, o episódio expõe os riscos de entregar um serviço essencial à lógica do lucro
A privatização da Sabesp, pelo governo Tarcísio, oferece mostra como uma política transforma serviços públicos essenciais em ativos para o lucro privado.
A Linha 6-Laranja já havia sido alvo de denúncias ao longo dos últimos anos por condições precárias de trabalho.
A Fenametro reafirma sua posição em defesa de um sistema metroferroviário público, estatal, acessível e de qualidade.
Durante a reunião também foi assinada a prorrogação do atual acordo coletivo até o dia 15 de julho.